quarta-feira, janeiro 02, 2008

*Fotógrafo de Estrelas*


Já merecias um post.
Uma referência.
Uma música.
Um beijo*

Bem-vindo ao meu mundinho de estrelas, palavras e desabafos.
O mundinho que nos ligou, que nos fez mais próximos.
Nem imaginas como é bom saber que há, afinal, quem me entenda...

*E quando baterem as saudades de casa, olha para o céu.
Assim fica tudo mais pertinho!*

*Like A Star*

Just like a star across my sky,
Just like an angel off the page,
You have appeared to my life,
Feel like I'll never be the same,
Just like a song in my heart,
Just like oil on my hands,
Honour to love you

Still I wonder why it is,
I don't argue like this,
With anyone but you,
We do it all the time,
Blowing out my mind,

You've got this look I can't describe,
You make me feel like I'm alive,
When everything else is au fait,
Without a doubt you're on my side,
Heaven has been away too long,
Can't find the words to write this song,
Oh...
Your love,

Still I wonder why it is,
I don't argue like this,
With anyone but you,
We do it all the time,
Blowing out my mind,

Now I have come to understand,
The way it is,
It's not a secret anymore,
'cause we've been through that before,
From tonight I know that you're the only one,
I've been confused and in the dark,
Now I understand,

I wonder why it is,
I don't argue like this,
With anyone but you,
I wonder why it is,
I wont let my guard down,
For anyone but you
We do it all the time,
Blowing out my mind,

Just like a star across my sky,
Just like an angel off the page,
You have appeared to my life,
Feel like I'll never be the same,
Just like a song in my heart,
Just like oil on my hands

PS: Tenho um céu inteiro para te mostrar, cheio de estrelas brilhantes.
Ah! E se virmos os dois ao mesmo tempo... é porque então eram mesmo estrelas cadentes!;)

sexta-feira, dezembro 28, 2007

Alguém me contou que...

"Depois de algum tempo aprendes a diferença subtil entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começas a aprender que
beijos não são contratos e presentes não são promessas.

Acabas por aceitar as derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprendes a construir todas as tuas estradas de hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair
em pedaços
ao
chão.


Aprendes que não importa o quanto tu te importas, simplesmente porque algumas pessoas não se importam...
Aceitas que apesar da bondade que reside numa pessoa, ela poderá ferir-te de vez em quando e precisas perdoá-la por isso.

Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobres que se leva anos para se construir a confiança e apenas segundos para destrui-la.

Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias e que o que importa não é o que tens na vida, mas quem tens na vida.
Aprendes que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Aprendes que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer enfrentando as consequências.
Aprendes que paciência requer muita prática.
Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tiveste e o que aprendeste com elas do que com quantos aniversários já comemoraste.

Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobres que só porque alguém não te ama da forma que desejas, não significa que esse alguém não te ame com tudo o que pode.

Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo.
Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, poderás ser em algum momento condenado.

Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para tu o consertares.

Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperares que alguém te traga flores.
Aprende que realmente podes suportar sempre mais, que realmente és forte e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.

E que realmente a vida tem valor e que tu tens valor.

As nossas dádivas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar"

terça-feira, novembro 20, 2007

Para ti...


Talvez nunca me venhas a ler...

Talvez nunca mais te tenhas lembrado dos sorrisos.
Dos sonos. Das pizzas e dos pastéis de domingo.
Do eléctrico. Do Sul na Rua do Norte.
Do sumo de maça ou da gelatina.
...
Eu obriguei-me a esquecer.
Encontro-me e resolvo-me.
Aqui sou.
E, por isso, aqui me exponho.
Para ti.

Cover Sleeve - Coldfinger

I wonder, if I ever let you down
Did you keep on moving
I wonder, when I took my feet from off your ground
Did you keep on going

If you ever need me, just remember
All the times when we wandered free
If you ever miss me, don't you know
That i feel the same way

I wonder, did I ever fail you
Did you give up dreaming
I wonder, when I had to go
Did you stop believing

Don't you know, every sould must grow older
Our past belongs to you
And it should make you stronger

If you ever need me, just remember
All the times when we wandered free
If you ever miss me, don't you know
That I feel the same way

Don't stop moving, you must keep on going
Don't you stop believing, you should go on dreaming
Don't stop moving, you must keep on going
Don't you stop believing,
'Cause it's people like you make the world go...

If you ever need me, just remember
All the times when we wandered free
If you ever miss me, don't you know
That I feel the same way

If you ever need me, just remember
And I'll always be there
If you ever miss me, don't you know
...don't you know
...we will meet again
...we will meet again


Ou não...


GOSTO
um bocadinho
DE TI

ainda.

terça-feira, outubro 23, 2007

Branca mais Escura não há!



Sabem o que é que os meus amigos são? Lixívia.

A lixívia da minha vida, sempre a branquea-la e tornar claro o que era escuro, a
tirar as nódoas que, às vezes, teimam em não querer sair.

Apercebi-me disto enquanto andava a ler os comments à minha insana escrita.

Eu, que sou pálida como a lua, moro na minha adorada noite e não deixo que o bronze se apodere e a transforme numa praia. Constato. Assumo.
Gosto do preto, de chuva e de dias cinzentos.
Mas isso não pode fazer de mim uma personagem a preto e branco. Nada disso!

Agora... sou é uma insatisfeita com anseios de um muro de lamentações! Isso sim.


Nota: Descobri uma lixívia que se chama o que vocês me dizem: JAVISOL.
E eu também o hei-de ver:)
Asteriscos

segunda-feira, outubro 22, 2007

3* (3,141593)ercings and 1ta2 explica!


Ok.
Eu vou explicar porque é que a coisa está complicada.
Está na hora de fazer o que mais gostoooooooooo :D ARRUMAR!

Por isso tudo, vou definir os meus "problemas":

-Sou uma maçã;
-Ando a ler horóscopos a mais;
-Em recentes análises laboratoriais descobri que, para além de ser uma maçã, sou altamente alérgica a molho de francesinha;
-Perdi-me dentro do Alfa, devo ter passado tempo a mais na carruagem-bar e sai em Campanhã;
-Não reecaminho aqueles mil e-mails que nos assombram com anos de azar e infurtúnio amoroso;
-Tenho discussões por causa de....candeeiros(!);
-Defino-me, actualmente por: marta = 3* (3,141593)ercings and 1ta2;
-Os croissants de canela do Ikea estão esgotados na loja do Porto;
-Estou a partilhar o código-postal com os Srs. Meus Pais;
-A minha música preferida, neste preciso momento, chama-se "Aha Aha Sim Gatô";
-Tenho 7 pares de sapatos iguais, onde só muda a cor;
-Acredito no poder curativo dos diospiros e no milagre de Sta. Mafalda ( que faz acontecer certas e determinadas coisas );
-Sou uma fraude ( mas a parte de ser maçã é a sério! );
-...
-Acho que é melhor ficar por aqui, senão as poucas pessoas que lêem este blog vão ficar aterrorizadas com o tamanho da demência e passam a acreditar em coisas que não existem
(tipo...croissants de canela na loja do Ikea Porto!)

Definidos que estão, é hora de os desconstruir e resolver.

Sou mulher, o que explica metade das irracionalidades que me cruzam o cérebro ( no género masculino a irracionalidade está limitada aos...100%).
Mais tranquila!

Quanto ao resto: antes de dormir vou ao meu e-mail despachar milhares de "Forwards".
Ah! E da próxima vez que voltar a casa, e não vou mais referir a dita cidade, vou trazer aí uns 4 pacotes de croissants de canela.

Miss u.
Miss us.
***


Miss M

segunda-feira, setembro 17, 2007

Deslocada... no Porto

Quem diria...
Deslocada estava e deslocada estou.
E mais: as saudades inundam-me e enchem-me de suspiros...
Era de prever. Sou assim: insatisfeita por natureza.

Mas os meus amores ajudam a coisa a assentar, e tratam de me recordar o bom que é ter aqui tudo tão pertinho do coração.
Ána Bánia, Mimi, Isa, Patxi, Mafas ( miss u like crazy...), Dani, Dra Mari e todas as outras e outros que me aconchegam o desassossego: há que ter paciência aqui com a miúda...
Só preciso de tempo... E de uma casa para eu moraaaaaar!


Só quero ser "felix". Posso?

"All Or Nothing At All"

"All Or Nothing At All"

All or nothing at all
Half a love never appealed to me
If your heart never could yield to me
Then I'd rather have nothing at all

All or nothing at all
If it's love there ain't no in-between
Why begin and cry for something that might have been
No I'd rather have nothing at all

Please don't put your lips so close to my cheek
Don't smile or I'll be lost beyond recall
The kiss in your eyes the touch of your hand makes me weak
And my heart may grow dizzy and fall

And if I fell under the spell of your call
I would be caught in the undertow
So you see I've got to say no
All or nothing at all

quinta-feira, setembro 13, 2007

No meu livro a história era diferente...

Contra tudo o que aprendi até agora:

-nem todas as estrelas cadentes ouvem os nossos desejos;
-nem todas as velas de aniversário cumprem a promessa;
-rosas vermelhas não são românticas.

Há coincidências.

Presente de Aniversário


"Beijo"

Um beijo em lábios é que se demora
e tremem no de abrir-se a dentes línguas
tão penetrantes quanto línguas podem.
Mas beijo é mais. É boca aberta hiante
para de encher-se ao que se mova nela.
E dentes se apertando delicados.
É língua que na boca se agitando
irá de um corpo inteiro descobrir o gosto
e sobretudo o que se oculta em sombras
e nos recantos em cabelos vive.
É beijo tudo o que de lábios seja
quanto de lábios se deseja.

Jorge de Sena

quarta-feira, julho 18, 2007

Ascendente Peixes

Eu não ligo grande coisa aos signos... Até porque estou farta de ouvir piadas acerca do meu!
Mas ligo aquele bocadinho feminino que nos faz dizer "Uau... Engraçado como as coisas batem certo!"

E, mais uma vez, os astros alinharam-se para me fazerem pensar duas vezes na veracidade das crenças astrológicas.
Senão, vejam lá.

"Ascendente: Peixes

É os signo mais sensível e sonhador. Quem tem Peixes como ascendente é saudosista e passa horas a recordar o passado e a prever o futuro.
Cria empatia facilmente com as outras pessoas e, como é muito intuitiva, depressa consegue perceber as necessidades dos outros, sem que estes precisem de as enumerar.
Precisa de se isolar e de ter momentos de introspecção porque se sente eternamente insatisfeita, até porque ninguém a compreende.
Aceita bem as dificuldades que lhe surgem pelo caminho e é quase sempre mais forte do que aquilo que aparenta.
Ama incondicionalmente e quando a realidade é mais dolorosa que o sonho tem tendência para se refugiar na ilusão, da qual só acorda quando algo de novo a entusiasma."

Partilhem opiniões e episódios semelhantes.
Estou em trânsito...perdida...com a Lua sei lá onde e o Sol na praia a chamar por mim. E a estrela que me rege e guia está pertinho do meu ouvido, a dizer-me segredos que não consigo decifrar!

Ajuda-me Maya!!!!!!

sexta-feira, junho 15, 2007

Afinal...

Ainda não consegui dominar esta sensibilidade que nos arrasta a projectar nas palavras dos outros a nossa própria realidade presente.
Mas... Obrigada.
Às vezes ( muitas vezes...) ajuda a por cá fora o que não conseguimos sequer explicar a nós mesmos...
"Era eu a convencer-te de que gostas de mim,
Tu a convenceres-te de que não é bem assim.
Era eu a mostrar-te o meu lado mais puro,
Tu a argumentares os teus inevitáveis.

Eras tu a dançares em pleno dia,
E eu encostado como quem não vê.
Eras tu a falar p'ra esconder a saudade,
E eu a esconder-me do que não se dizia.

Afinal...
Quebramos os dois afinal.
Quebramos os dois...

Desviando os olhos por sentir a verdade,
Juravas a certeza da mentira,
Mas sem queimar de mais,
Sem querer extingir o que já se sabia.

Eu fugia do toque como do cheiro,
Por saber que era o fim da roupa vestida,
Que inventara no meio do escuro onde estava,
Por ver o desespero na cor que trazias.

Afinal...
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois...

Era eu a despir-te do que era pequeno,
Tu a puxares-me para um lado mais perto,
Onde se contam histórias que nos atam,
Ao silêncio dos lábios que nos mata.

Eras tu a ficar por não saberes partir,
E eu a rezar para que desaparecesses,
Era eu a rezar para que ficasses,
Tu a ficares enquanto saías.

Não nos tocamos enquanto saías,
Não nos tocamos enquanto saímos,
Não nos tocamos e vamos fugindo,
Porque quebramos como crianças.

Afinal...

Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois...

É quase pecado que se deixa.
Quase pecado que se ignora."

(Toranja)

sexta-feira, maio 25, 2007

Concordo!

Voltei! E se o fiz é por uma boa causa...

Há muito para contar... mas pouco para ser publicado...
Prefiro guardar quase tudo para mim, para a minha privacidade e felicidade interior. Porque há coisas que são só minhas, que não são para serem gritadas. Não precisam de serem contadas. Sentem-se.
EU sinto.
TU sentes.
E ELES sentem, porque quem me conhece sabe que nao sei disfarçar a felicidade :)

Mas voltando ao meu regresso aos posts...
Hoje, de carro por esta cidade, nas curvas da chuva que me consola e disfarça as saudades, deparei-me com um "poema".
E senti uma imensa necessidade de voltar aqui outra vez. De to mostrar a TI e a ELES :)

Eu concordo.
Também eu votaria em ti, se pudesse...


quarta-feira, dezembro 13, 2006

Só porque... prontos!


P.S. Acho que significa " Bai Marta"...

domingo, dezembro 03, 2006

Da Minha Felicidade


Descobri o que mais me incomoda.
Para além de que me toquem nos ombros, claro...

Descobri o pior defeito que alguém pode ter, para mim.

Ser cobarde.

Não há nada pior e mais infeliz do que alguém cobarde.
Que fuja da vida e do bater do coração.
Quem não guarda a magia nem agarra os momentos.
Quem corre da chuva...

Claro que há mais uma série de coisas que me incomodam e desiludem.
Não gosto de mentiras nem de traições.
Não gosto de birras nem de robes de cetim.

Mas nada é pior do que condenar a felicidade, por se achar já suficientemente feliz.
Ou pior. Saber-se pouco feliz e mesmo assim ser-se cobarde e ter medo do anónimo.

Se assim fossemos todos este mundo era triste como um caixote de cartão velho e molhado, perdido num beco, agasalhado por mantas sujas e rotas e notícias amassadas.

Eu não sou cobarde.
Eu quero sorrir para tudo e todos.
Quero sentir o calor de cada beijo, de cada abraço.
O arrepio da chuva.
Quero viver por mim, em mim e para quem amo.
Passear pelos meus dias.
Beijo.
Boa viagem...

sábado, dezembro 02, 2006

Funk no Bairro!

Descobri o trabalho ideal para mim.

A 10 minutos a pé de casa. Na melhor zona de Lx. Com música boa todo o dia!

Ah! E não se estão sempre a queixar de que tenho a mania (obsessão, até!) das arrumações?
Pois é... Ainda para mais é a terapia adequada: passo o dia a arrumar roupa.
Por cores, por tamanhos, todo virado para o mesmo lado, sapatilhas todas alinhadas...
O meu sonho!!!
Finalmente posso ser obsessiva-compulsiva à vontade que ninguém se queixa! Muito pelo contrário.. até agradecem e admiram!

Só suspeito que, por ser o meu primeiro dia, havia uma cabala estrategicamente organizada contra a minha pessoa e veio TUDO veio fazer compras. HOJE.
Suspeitas...
Mas safei-me! Até fui a segunda melhor vendedora do dia!
E não...! Não somos só duas pessoas...

Mais.
A dita "crise" não existe.
É mito urbano...

Resumindo e concluindo: descobri que já devia ter apostado nesta forma de terapia ocupacional há mais tempo. É que ainda ganho com isto!!
E ao mesmo tempo liberto-me da minha tendência de fazer compras, uma vez que passo o dia a fazer isso para os outros! Chama-se (digo eu...) SEP: Satisfação Emocional por Projecção.

Melhor? Naaaa.... Não me parece que haja! A mim não me convencem...

Heieieieeeee...
Heieieeeeee...
Minha estrela no ar
Brilha em qualquer lugar!!!!!
Heieieieeeee...
Heieieeeeee...
Brilha em qualquer lugaaaaaaaaaaaar!!!!!

terça-feira, novembro 28, 2006

O problema do MAS e a falta que faz o HIRUDOID para o coração


Já conheceste alguém que parece ter sempre feito parte da tua vida?
Alguém que se ria das mesmas coisas, conheça aquela música que tu achavas que mais ninguém conhecia, que já se tinha cruzado contigo noutros sítios, noutras luas mas sem que se tenham sequer visto?
Alguém que passa a ser a primeira e a última do dia?
Alguém que te aparece nos sonhos, nas linhas de um livro, num desenho?
Alguém que não tenha nada e tudo a ver contigo?

E um Alguém que era tudo isto MAS que vinha cheio de MAS...?

Por favor: se alguém conhecer fármaco ou outra espécie de coisa que substitua o tão desejado Hirudoid para o coração... agradeço contacto. Urgente!

I have no further questions and I rest my case.

quinta-feira, novembro 23, 2006

Herbalife: a seita.


Herbalife.
Pavilhão Atlantico.
Susana.

Eu.

Alimentação equilibrada.

Salsicha.

(Agora quero ver se também tenho tanto comentário como o post da Iluminada Susana acerca da SEITA HERBALIFE! Não acreditam? Vão lá ver ao blog da miúda! O link está aqui ao lado, nas coisas que interessam.
O blog é o Salsicha não te desgraces.
Vejam o debate Herbalifeano... Uma delícia....)

Nota: achei que a imagem se adequava... Troquem lá o Ronald por um EU, com uma placa a dizer Herbalife...
Susana: estou contigo!!!!

quarta-feira, novembro 22, 2006

Tamanho Único


Esta é a história de uma miúda que por um dia, e só por um, se lembrou de ter um rasgo de racionalidade.

Não vou revelar nomes.
Não vale a pena...
Mas vou partilhar o que sei.

Sei que lhe custou. Ela contou-me. Mas tinha de ser.
E por muito estranho e inesperado que isso tenha parecido para o resto do mundo... ela conseguiu.

Juntou todas as forças que lhe restavam no coração atropelado e deitou a emoção por terra.


Agora vive na recordação de um passado que acabou ontem.
Vive nos cheiros, nas músicas, nas palavras.


Tu és grande, miúda. E consegues muito mais do que imaginas...

(Que história tão Tamanho Único.... Serve a todas... )

quinta-feira, novembro 02, 2006

Pedido Formal de Desculpas

Venho, por este meio, anunciar ao mundo que:

A Wanda é uma peixa com sorte!
E sabem porquê? Porque é afilhada da Ána Bánia a.k.a. Tininha a.k.a. Melancia
Essa senhora ( não há outro nome para lhe chamar!) foi a escolhida.

E tenho de apresentar aqui as minhas mais sinceras desculpas por não o haver referido aquando da minha manifestação de alegria por ter este novo ser na minha vida.

Mundo: a Ana Cristina é a madrinha da Wanda!

(Tinha de postar isto....leiam o comment dela no Post da Wanda. Meduuu...)

(Percebem agora?)

terça-feira, outubro 31, 2006

Marta Estrelada



E já está!

Já tenho a minha primeira. E é liiiinda!

Porque queria.
Porque já era altura.
Porque tivemos uma vaga na Bad Bones.
Porque foi a eleita.
Porque a minha estrelinha tem brilhado muito, lá em cima...;)

Porque sim e porque estou feliz.

Notas: Parola, como sempre, até filmei o processo...
E o FCP ganhou ao SLB no Dragão. 3-2 ;)

Wanda, a peixa.


Sim! Tenho companhia.
Acabaram as minhas horas de solidão passiva, de monólogos interiores.

Agora tenho alguém a morar comigo: uma peixa.

Oferecida pela minha querida Rita ( gaja do norte, claro), este ser está a trazer ao de cima o que há de mais básico no meu instinto maternal.
Andei 2 (dois) kilometros a pé para ir comprar papinha para ela... Eu que estou habituada a ter tudo à portinha aqui do Palácio.....DOIS!
E já tem o seu próprio loft. Minimalista mas de extremo bom gosto.
É um bocadinho excitada... Não pára quieta. Mas também... que mais poderia ela fazer?

Tinha de partilhar esta nova fase da minha existência.
A Wanda.

( Vamos lá ver se consigo que dure mais do que as duas plantas que já tentei manter... )

segunda-feira, outubro 16, 2006

Enquanto o sono não vem...



Enquanto espero pelo perdido sono, passam-me mil vontades pela cabeça.
Não sei se por ser um assunto sobre o qual tenho andado a reflectir...este das minhas vontades...
O que tenho como certo é que sou dominada pelo que sinto.
Antes do instinto, a vontade.
E se há coisas que podem ser partilhadas e "publishadas" num blog, outras tantas ficam cá dentro, em sereno descanso, até ao dia em que ganharem força para gritarem.

Mas nestas horas de lucidez involuntária ( queria tanto estar a dormir... ) também penso em pessoas, em cheiros, em objectos...
Penso em saudades. E no valor imenso que este sentimento acrescenta a tudo o que nos é querido.
( Algum dia pensei eu ter saudades do Romeu, ou das empregadas acéfalas do Laguinho??? )

Nota: pelo menos está a chover :)

Voltando à instrospecção das vontades.
AQUELA vontade... existe.
E também a ligo às saudades. É na ausência que se sente a falta. Mas a falta do que nunca realmente conheci surpreende-me.
(...Marta...vai nanar... já não estás a fazer sentido...)

Está a resultar. Estou a ficar com sono.
É como se tivesse desfeito um nó. Estou esclarecida.
Por hoje, contento-me com isto.

Só mais uma coisa: um beijo.
Grande e cheio de saudades... e de vontades ;)

domingo, outubro 15, 2006

Anos 80


Deliciem-se...

De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípio de 80 não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamento com tampas "à prova de crianças" ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags - viajar à frente era um bónus!
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.
Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Saímos de casa de manhã e brincávamos o dia todo desde que estivessemos em casa antes de escurecer.
Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos Play Station, X Box.
Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis,computadores, DVD ou chats na Internet.
Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos à rua.
Jogávamos ao elástico, à barra e à bola até doer! Caíamos das árvores e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.
Batíamos às portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos.
Acreditem ou não íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem, eles estavam do lado da lei.

Esta geração produziu os melhores de sempre.

Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso, responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

Sabe bem, não sabe?
*

sexta-feira, outubro 06, 2006

terça-feira, setembro 26, 2006

Porque me traduz...



Elogio ao Amor (Miguel Esteves Cardoso)

"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. O que eu quero é fazer um elogio do amor puro.

Parece que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Teixeira de Pascoaes meteu-se num navio para ir atrás de uma rapariga inglesa com quem nunca tinha falado. Estava apaixonado e foi para Liverpool. Quando finalmente conseguiu falar com ela, arrependeu-se.

Quem é que hoje é capaz de se apaixonar assim? Hoje em dia as pessoas apaixonam-se por uma questão prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão mesmo ali ao lado. Por que se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornam-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psicosócio-bio-ecológica da camaradagem. A paixão que devia ser desmedida é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade ficam "praticamente" apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há.

Estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas e cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.

Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim da tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Por onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, fado, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassado ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa a beleza. É esse o perigo.
O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para se perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita não faz mal.
Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperante. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não está lá quem se ama, não é ela que nos acompanha – é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa e o amor é outra. A vida dura uma vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."

segunda-feira, setembro 25, 2006

Nómada e feliz :)

É assim que me tenho sentido. Nómada.
Dou por mim de mala feita, a correr atrás de horários de camionetas e comboios, a despedir-me e a dizer "Voltei!".
Nestes últimos tempos foi ver a miúda a correr o país, de ponta a ponta, passando pela Oura, Sendim, Maia, Porto ( e com chuva... ), Santa Maria da Feira, Lisboa, Guimarães, Ponte de Lima ( oh...havia tanto para contar sobre este paradeiro....), Vila Nova de Cerveira e outros tantos.

Há que assumir que foi um mês pleno de emoções.
Encontros comigo, com as amigas, com os amigos e com uma promessa...

Encontrei-me, enquanto me perdi nas viagens.

Arrumei o meu coração e guardei em caixas bem fechadas as boas recordações. E eu que pensava já não ter mais espaço cá dentro, aprendi que uma boa limpeza nos faz descobrir que ainda há tanto lugar a preencher!!
É tudo uma questão de organização ;)

Estou novamente apaixonada por mim, pelas minhas M.A.I.A.(*) e por todos os momentos que passo com aqueles que me dizem no MSN para voltar rapidinho...
Quero tudo e sou capaz de tudo.
Destravada...inconsequente...apaixonada!
Crente no impulso, no momento, na vontades, na química e na física.

Por aqui só deixo mais umas imagens, provas de felicidade.
E beijos. Muitos beijos.*******************************

Ah! E o meu bolo de anos foi o mais lindo destes últimos 26 anos!

(*)
M = Míriam
A = Ana Póvoas a.k.a. Ána Bánia
I = Isa
A = Ana Alvarenga








quarta-feira, agosto 16, 2006

Lista de Saudades



Saudades de:
- acordar feliz;
- ter aulas;
- das longas noites na Penthouse na Maia;
- férias com as amigas;
- beber meio litro de água antes das refeições;
- do meu carro;
- dos lanches de domingo no laguinho;
- das Cinco;
- de morar com alguém;
- da Ribeira;
- do Sr. Alberto e da Laura;
- do Nota Alta;
- das entregas a cheirar a cola;
- de cozinhar com alguém;
- das caipirinhas de Ponte de Lima;
- de não ter telemóvel;
- de ter 11 anos;
- de dormir no carro, no banco de trás, sem ter de me encolher;
- de andar de autocarro;
- de quando não usava óculos;
- do Natal dos Amigos;
- das aulas de ballet;
- do meu primeiro amor;
- ...

O que me faz feliz é saber que as saudades de algumas destas coisas vão desaparecer, porque:
-há sempre meio de se compensar as ausências;
-de refazer amizades;
-de voltar às Feiras Novas;
-de haver Natal:
-de voltar a amar o amor da nossa vida :)
-de repetir coisas boas.

É só querer...

terça-feira, julho 25, 2006

Afinal a miúda não foi pa LX

E agora? Quem é a pessoa mais feliz do mundo?
Quem é que tem os amigos lindos que fazem surpresas lindas?
Quem merece, é claro!
E não há dúvidas...TU mereces.
Digo até mais! Devia ser obrigatório ter-te como amiga.
Se toda a gente te tivesse de aturar o mundo era um sítio melhor.
Quero só escrever e "publishar" que és um orgulho para mim e para todos os teus amigos.

Bai Doutora...Parabéns! Conseguiste:)

PS: MINI MINI! MINI MINI PREÇO!!!!!

quinta-feira, julho 20, 2006

És uma magnífica vaca!

E não é isto que apetece dizer tantas vezes??
Porque é que eu ainda não aprendi a ser tão glamorosamente ordinária?
Porque não dizer " És de uma incomparável perfeição suína!", ou " Meu querido e distinto boi!"??

Os animais não têm a culpa...essa é que é essa...

domingo, julho 02, 2006

Morangada e Morangoskas...


Mais uma bela série de actividades socias, que culminaram num reencontro inesperado, com um antigo colega da chamada "doutrina". Este fim de semana foi mais um, de tantos, com momentos dignos de serem perpétuados pela escrita.

Bai Gerbásio, lombo com crosta, "deixa-me aproveitar agora para molhar o pão no molho das azeitonas!!", a mãe do Tiago, o sítio que não serve panachés, o homem que come cigarros no "Careca", o puff da sorte, o MacCaffe que MacUnchega, "cala-te, preto!!", Morangos Romanov, a senhora-estátua do Galeto, as fotos com o Crómio, ...
E há mais..mas também não se pode expôr tudo tudo!

Fico por aqui.

*s